Bem, primeiro quero esclarecer que o termo 'bandido' será aplicado apenas aos criminosos que tem por objetivo o ganho econômico e usam como meio a violência para atingir suas metas. Deixaremos, portanto, os essencialmente psicopatas e suas vertentes de lado.
Sendo assim, é de se pensar: O quê contribui decisivamente para o surgimento de um bandido? Os espiritualistas têm suas teses, os antropólogos e os demais X_ólogos da vida também têm as suas. No mais das vezes, são teorias que vitimizam aqueles que realizam a violência. '...são vítimas da sociedade...', '...não tiveram carinho quando crianças...', ...'estão decepcionados com a vida da sociedade atual...', blá, blá, blá. A minha teoria, contudo, é bastante simples: um bandido é um produto de 2 fatores: preguiça e ganância. Uma vez presentes estes dois elementos em um ser humano, está criada a inexorável condição que o tornará bandido. Na sociedade atual, isso se materializa quando o indivíduo quer ter o material, mas não tem disposição para alcançar este objetivo através da via normal e legal: o trabalho. Talvez, alguém possa pensar: Não seria fácil ele partir para o trabalho e conseguir seu objetivo material? Bem, se você é um profissional dos dias atuais, sabe que não é bem assim. A mão-de-obra hoje tem de ser qualificada para que a pessoa possa disputar uma boa posição no mercado de trabalho. Isso presume estudo durante muitos anos e isto requer coragem, força-de-vontade, disciplina e aplicação. Cabe a min, agora, questionar: Alguém preguiçoso teria estes atributos? Eu já imaginava que você fosse dizer não. Pois, bem, aplique a um indivíduo estes defeitos e agora o coloque em frente aos bens de consumo que ele, desmedidamente, quer...pronto em poucos segundos você terá um crime. Bem, mas alguém 'intelectualizado' poderia dizer: 'O aspecto consumista da sociedade o agrediu e por isso ele foi levado a praticar o crime'. Pura baboseira! Nós não vivemos em Shangrilá. A nossa socieade é esta e os seres humanos se adaptam para viver nela. Se a sociedade fosse culpada, o crime seria a regra e não a exceção e sabemos que, por mais que a criminalidade cresça, ela é a exceção. Querer atribuir à sociedade a responsabilidade de quem puxou o gatilho, não se funda em nada. Para mim, isso é apenas uma tentativa de querer apelar para o lado piedoso que nós temos, tentando obscurecer a nitidez de um fato.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
O caso do menino Sean
Em sendo pai, assim como tantos outros, a minha opinião sobre esse 'bárbaro' caso do menino americano Sean Goldman. É de assustar como alguns veículos de comunicação (leia-se: Globo e suas vertentes) tenham tentado dar a esse caso uma cara de luta de boxe (Brasil x EUA). A impressão que eu tenho é de que, sempre que se abordava o caso, havia sempre uma mensagem subliminar nos incitando a empunhar bandeiras para exigir a permanência do garoto em nosso país.
Pois bem, vamos analisar a questão: 1) Uma mãe se dizendo infeliz 'rapta' o próprio filho para 'morar' com os parentes no Brasil. 2) Quase que imediatamente 'encontra' um namorado disposto a aceitá-la, mesmo com um rebento alheio (acreditem isso não é fácil para uma mulher) 3) A família do agora 'padrasto' é de renomados 'juristas' que, em 'aparente respeito' à lei 'concede' ao verdadeiro pai o direito deste fazer algumas visitas ao próprio filho. 4) A mãe do garoto morre no parto do seu novo filho (filha), deixando o menino Sean sob a guarda de seu padrasto.
Bem, como pai, só de ver o desenho desse caso, embrulha-me o estômago. A mãe (agora falecida), em um lance, condena o verdadeiro pai da criança a viver sem o filho baseada em um poder desmedido, cruel e sem sentido, desvirtuando ao natural direito de uma mãe ter a guarda de seus filhos. Nos telefonemas divulgados pela imprensa, percebe-se claramente o cuidado jurídico que a moça tinha ao 'gritar' com o, então, seu ex-marido. A mim, pareceu claramente que ela (naquele momento) já tivera uma certa 'assessoria' jurídica. Era como se ela (com suas palavas - em inglês) estivesse lendo um roteiro. Certamente, não se pode descartar o fato do perfil profissional da família do seu 'futuro' marido, o que me leva a crer que naquele momento já havia uma ligação entre os futuros cônjuges. Havendo sempre de se alertar que ela ainda não estava separada do seu 'ex'. A situação permite-nos deduções.
Assim, de maneira absolutamente unilateral a mãe desvincula a criança do pai valendo-se da barreira geográfica e diplomática para vilependiar um tratado internacional. Aqui se envidencia o poder que a família do seu novo marido em levar a nossa 'querida justiça' a 'decidir' o seu 'divinal' direito de sequestrar um menino para longe de seu pai.
O fato é que a família conseguiu fazer isso com maestria - certamente, usando sua rede de influências 'jurídicas'. Isso está claro, pois, o tratado de que o Brasil é signatário foi absoluta e reiteradamente violado, usando-se a figura materna para 'justificar' a violência. (A mãe sempre é uma santa. Na maioria das cabeças, ela se reveste de santidade quando aparece com um filho nos braços e deixa de padecer das necessidades mortais como sexo, comida e dinheiro).
Entretanto, quis o destino que a 'zelosa' mãe nos deixasse, expondo o caso ao mundo e destacando a luta do pai por ter a guarda do seu legítimo e único filho. A família brasileira foi de uma crueldade sem par, de uma desfaçatez incomensurável. Começaram, então, a alegar que o menino deveria ser ouvido (destaque-se o fato que o garoto já estava com eles há 5 anos. Todos sabem que nessa fase da vida as crianças não se recordam da sua fase de bebê - fato que os brasileiros tentaram usar contra o pai do menino) e, juntamente com sua rede de influências, continuavam 'anulando' os mandamentos do Tratado, levando os nossos 'gloriosos' juízes a fechar os olhos para o fato de haver um dos pais vivos e que queria ter o seu filho de volta.
O desfecho do caso todos já sabem. Agora, o garoto Sean tenta recomeçar sua vida junto ao seu pai. Por fim, através do Ministro Gilmar Mendes, fez-se valer a justiça e a lei. Contudo, os familiares brasileiros ainda assim, tentam perverter a visão até do Presidente da República distorcendo costumes nacionais como o direito da avó ficar com o neto. Ora, esse é de fato um costume do nosso país, mas só em caso de morte dos pais e é sabido que o verdadeiro pai de Sean está vivo e cheio de desejo de ficar com o seu filho. A nossa imprensa continua a se prestar a serviços sujos, injustos e imorais.
Pois bem, vamos analisar a questão: 1) Uma mãe se dizendo infeliz 'rapta' o próprio filho para 'morar' com os parentes no Brasil. 2) Quase que imediatamente 'encontra' um namorado disposto a aceitá-la, mesmo com um rebento alheio (acreditem isso não é fácil para uma mulher) 3) A família do agora 'padrasto' é de renomados 'juristas' que, em 'aparente respeito' à lei 'concede' ao verdadeiro pai o direito deste fazer algumas visitas ao próprio filho. 4) A mãe do garoto morre no parto do seu novo filho (filha), deixando o menino Sean sob a guarda de seu padrasto.
Bem, como pai, só de ver o desenho desse caso, embrulha-me o estômago. A mãe (agora falecida), em um lance, condena o verdadeiro pai da criança a viver sem o filho baseada em um poder desmedido, cruel e sem sentido, desvirtuando ao natural direito de uma mãe ter a guarda de seus filhos. Nos telefonemas divulgados pela imprensa, percebe-se claramente o cuidado jurídico que a moça tinha ao 'gritar' com o, então, seu ex-marido. A mim, pareceu claramente que ela (naquele momento) já tivera uma certa 'assessoria' jurídica. Era como se ela (com suas palavas - em inglês) estivesse lendo um roteiro. Certamente, não se pode descartar o fato do perfil profissional da família do seu 'futuro' marido, o que me leva a crer que naquele momento já havia uma ligação entre os futuros cônjuges. Havendo sempre de se alertar que ela ainda não estava separada do seu 'ex'. A situação permite-nos deduções.
Assim, de maneira absolutamente unilateral a mãe desvincula a criança do pai valendo-se da barreira geográfica e diplomática para vilependiar um tratado internacional. Aqui se envidencia o poder que a família do seu novo marido em levar a nossa 'querida justiça' a 'decidir' o seu 'divinal' direito de sequestrar um menino para longe de seu pai.
O fato é que a família conseguiu fazer isso com maestria - certamente, usando sua rede de influências 'jurídicas'. Isso está claro, pois, o tratado de que o Brasil é signatário foi absoluta e reiteradamente violado, usando-se a figura materna para 'justificar' a violência. (A mãe sempre é uma santa. Na maioria das cabeças, ela se reveste de santidade quando aparece com um filho nos braços e deixa de padecer das necessidades mortais como sexo, comida e dinheiro).
Entretanto, quis o destino que a 'zelosa' mãe nos deixasse, expondo o caso ao mundo e destacando a luta do pai por ter a guarda do seu legítimo e único filho. A família brasileira foi de uma crueldade sem par, de uma desfaçatez incomensurável. Começaram, então, a alegar que o menino deveria ser ouvido (destaque-se o fato que o garoto já estava com eles há 5 anos. Todos sabem que nessa fase da vida as crianças não se recordam da sua fase de bebê - fato que os brasileiros tentaram usar contra o pai do menino) e, juntamente com sua rede de influências, continuavam 'anulando' os mandamentos do Tratado, levando os nossos 'gloriosos' juízes a fechar os olhos para o fato de haver um dos pais vivos e que queria ter o seu filho de volta.
O desfecho do caso todos já sabem. Agora, o garoto Sean tenta recomeçar sua vida junto ao seu pai. Por fim, através do Ministro Gilmar Mendes, fez-se valer a justiça e a lei. Contudo, os familiares brasileiros ainda assim, tentam perverter a visão até do Presidente da República distorcendo costumes nacionais como o direito da avó ficar com o neto. Ora, esse é de fato um costume do nosso país, mas só em caso de morte dos pais e é sabido que o verdadeiro pai de Sean está vivo e cheio de desejo de ficar com o seu filho. A nossa imprensa continua a se prestar a serviços sujos, injustos e imorais.
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Drogas : As Políticas de Repressão.
Como nos 2 últimos posts, este (como prometido) irá abordar a questão das políticas de repressão dos Estados-Nacionais com relação as drogas. É claro, não vou aprofundar-me, mas exporei alguns pontos-de-vista que, para mim, são óbvios demais para não serem considerados nas discussões em torno da liberalização e legalização das drogas.
Consideremos um fato recente: a nova lei antitóxico (Lei nº 11.243/2006) , deixou de tipificar como crime o uso de drogas, substituindo a antiga pena por medidas 'sócio-educativas'. Este acontecimento estabeleceu e ampliou o narcotráfico em todo o país, pois agora os viciados não mais temiam ser encarcerados em decorrência do seu dolo em buscar o prazer sem limites pelo uso da droga. Em outras palavras, o Estado disse: 'pode consumir drogas à vontade que você não será mais considerado criminoso'. Ora, não é preciso ter quilos de inteligência para deduzir que os grandes beneficiados desse assentamento jurídico eram os traficantes de todos os tipos. Pois agora os seus 'clientes' não mais seriam rotulados de 'criminosos'. Isso, de certa forma, 'glamourizou' os usuários de drogas nos estratos sociais. É como se alguém estivesse em uma batalha ideológica com o Estado, lutando contra tudo e contra todos para provar que o 'crime' que cometia não era crime, mas sim uma questão de interpretação confusa do que é 'CERTO' ou 'ERRADO', e, de repente, o seu antagonista diz: tudo bem, você está certo, isso não é crime. Não é difícil imaginar o orgulho com que os vencedores passaram a caminhar pelas ruas em plena luz do dia.
Bem, essa batalha foi, na verdade, uma negociação. O nosso Congresso disse que todos saem ganhando com essa alternativa, mas ao contrário do que dizem alguns, não acredito em negociações onde as duas partes saem ganhando. Para mim isso é coisa de alguém que ganhou 'algum' em cima de você e está querendo te anestesiar dizendo: tá vendo? as duas partes saíram ganhando. Para quem gosta de ser enganado, isso deve soar como uma valsa. Quem verdadeiramente perdeu nessa bizarra negociação foram as pessoas de bem, as famílias e o bem-estar social.
Entretanto, onde, exatamente, começamos a perder com esse decisão de aceitar o crime? Quando o mercado consumidor de droga foi multiplicado. Quando, de repente, o traficante que vendia (nas sombras) o seu produto para dezenas de pessoas, agora passa a vender para centenas ou milhares de novos viciados, que, agora, por efeito da nova lei, não podem sequer ser chamados de criminosos. Ora, os novos clientes dos traficantes passarão a agir como qualquer ser humano sob os efeitos dos alucinógenos: vão querem sempre mais e, o mais perigoso, a qualquer custo. Roubarão para pegar um 'barato', matarão para ficar numa 'boa' e estuprarão na crista de suas ondas. Decaptarão seus avós para transformar seus pertences em 'pedras' ou 'pó'. Sequestrarão e matarão crianças para transformar a riqueza de seus pais em alimento para o seu vício.
Com a nova lei, o país acabou escondendo sua incapacidade de jogar na cadeia quem comete crimes, deu a chance que os ricos esperavam em deixar de ouvir seus filhos viciados serem chamados de criminosos e ofertou à pobreza a oportunidade de se enganar quando suas crianças são dominadas e treinadas tanto para consumir quanto para comercializar o produto de sua própria preguiça. Tudo isso ao custo de vidas, patrimônio e harmonia de alguns outros: as vítimas.
O Brasil foi vítima de uma onda mundial quando aprovou esta lei, outros países também foram na mesma direção, o que prova que os carteis da droga estão fazendo bem o seu trabalho e os governos, se acovardando no deles.
Consideremos um fato recente: a nova lei antitóxico (Lei nº 11.243/2006) , deixou de tipificar como crime o uso de drogas, substituindo a antiga pena por medidas 'sócio-educativas'. Este acontecimento estabeleceu e ampliou o narcotráfico em todo o país, pois agora os viciados não mais temiam ser encarcerados em decorrência do seu dolo em buscar o prazer sem limites pelo uso da droga. Em outras palavras, o Estado disse: 'pode consumir drogas à vontade que você não será mais considerado criminoso'. Ora, não é preciso ter quilos de inteligência para deduzir que os grandes beneficiados desse assentamento jurídico eram os traficantes de todos os tipos. Pois agora os seus 'clientes' não mais seriam rotulados de 'criminosos'. Isso, de certa forma, 'glamourizou' os usuários de drogas nos estratos sociais. É como se alguém estivesse em uma batalha ideológica com o Estado, lutando contra tudo e contra todos para provar que o 'crime' que cometia não era crime, mas sim uma questão de interpretação confusa do que é 'CERTO' ou 'ERRADO', e, de repente, o seu antagonista diz: tudo bem, você está certo, isso não é crime. Não é difícil imaginar o orgulho com que os vencedores passaram a caminhar pelas ruas em plena luz do dia.
Bem, essa batalha foi, na verdade, uma negociação. O nosso Congresso disse que todos saem ganhando com essa alternativa, mas ao contrário do que dizem alguns, não acredito em negociações onde as duas partes saem ganhando. Para mim isso é coisa de alguém que ganhou 'algum' em cima de você e está querendo te anestesiar dizendo: tá vendo? as duas partes saíram ganhando. Para quem gosta de ser enganado, isso deve soar como uma valsa. Quem verdadeiramente perdeu nessa bizarra negociação foram as pessoas de bem, as famílias e o bem-estar social.
Entretanto, onde, exatamente, começamos a perder com esse decisão de aceitar o crime? Quando o mercado consumidor de droga foi multiplicado. Quando, de repente, o traficante que vendia (nas sombras) o seu produto para dezenas de pessoas, agora passa a vender para centenas ou milhares de novos viciados, que, agora, por efeito da nova lei, não podem sequer ser chamados de criminosos. Ora, os novos clientes dos traficantes passarão a agir como qualquer ser humano sob os efeitos dos alucinógenos: vão querem sempre mais e, o mais perigoso, a qualquer custo. Roubarão para pegar um 'barato', matarão para ficar numa 'boa' e estuprarão na crista de suas ondas. Decaptarão seus avós para transformar seus pertences em 'pedras' ou 'pó'. Sequestrarão e matarão crianças para transformar a riqueza de seus pais em alimento para o seu vício.
Com a nova lei, o país acabou escondendo sua incapacidade de jogar na cadeia quem comete crimes, deu a chance que os ricos esperavam em deixar de ouvir seus filhos viciados serem chamados de criminosos e ofertou à pobreza a oportunidade de se enganar quando suas crianças são dominadas e treinadas tanto para consumir quanto para comercializar o produto de sua própria preguiça. Tudo isso ao custo de vidas, patrimônio e harmonia de alguns outros: as vítimas.
O Brasil foi vítima de uma onda mundial quando aprovou esta lei, outros países também foram na mesma direção, o que prova que os carteis da droga estão fazendo bem o seu trabalho e os governos, se acovardando no deles.
terça-feira, 31 de março de 2009
Legalização das Drogas : Os falsos motivos
Os defensores da legalização das drogas (que sempre viveram nas sombras) agora vem à luz para falar na tv e em outros meios de comunicação uma miríade de falsos argumentos que justificariam a aceitação formal desse mal pela sociedade.
Vejamos alguns deles com nossa respectiva contraposição:
1 - Legalizando a droga, eliminar-se-ia o crime que a droga gera.
Contraposição: Este argumento pode (analogamente) equivaler a um outro, por exemplo: 'Legalizando os assassinatos, deixaríamos de ter crimes de assassinato'. Poderíamos estender isso ao roubo, ao estupro, à pedofilia, etc... Ora, essa 'solução' não me parece razoável, parece mais com a solução do avestruz: em caso de perigo, resolva o problema colocando a cabeça em um buraco na terra. Essa alternativa é a essência da COVARDIA. Entretanto, vamos atacar o seu verdadeiro objetivo: reduzir o crime gerado pelas drogas. Pense, o que lhe incomoda no tráfico de drogas: a lavagem de dinheiro, a sonegação ou o fato de você estar exposto a um exército de viciados e de distribuidores dispostos a chacinar a sua família para roubar o que você possui? Dispostos a atirar na cabeça de mulheres grávidas nos sinais de trânsito para roubar-lhes o carro e transformá-lo em dinheiro para consumir ou simplesmente fazer capital-de-giro nas bocas-de-fumo? Ou, ainda, estraçalhar corpos de crianças pelas ruas só por prazer do 'barato' que o entorpecente lhes dá?
Eu não duvido, tanto quanto eu, o que deve te apavorar com relação às drogas é o que o drogado e os seus fornecedores podem fazer com você ou com sua família. Será que uma legalização eliminaria esse perigo? Não, definitivamente não. Isso porque, mesmo que as drogas fossem vendidas em farmácias, o mercado-negro existiria e ainda teríamos um exército de potencial consumidores criminosos, talvez, em quantidade dezenas de vezes maior do que a que temos hoje, pois, a legalização não resolveria o problema do vício, e é o viciado que comete os crimes contra a tua vida e a vida de teus familiares. Eu não dou a mínima se um drogado se mata satisfazendo seu vício, mas me preocupo quando esse cara quer invadir minha casa para me assaltar e colocar em perigo a minha família.
2. Os governos vão 'lucrar' com a legalização.
Contraposição : Esse é fácil. Lembram-se do cigarro? O cigarro também prometeu isso. Hoje, sabe-se que qualquer governo trocaria os milhões em impostos que a indústria do cigarro paga pela possibilidade de não ter que tratar todos os doentes vítimas do cigarro. Ainda havemos de lembrar que as drogas viciam e matam muito mais rápido do que o incômodo cigarro. Entretanto, se só isso fosse o problema, eu assinaria pela legalização já, pois, como já disse, se um drogado morre pelo seu vício, que se dane ele - é apenas um a menos.
3. Poderíamos legalizar primeiro as drogas leves.
Contraposição : Essa é a principal bandeira dos 'maconheiros', que agora até passeata fazem. O princípio que vicia um drogado em cocaína, vicia-o em maconha, haxixe ou heroína: o prazer que a química da droga lhes dá. Ora, se esse prazer os leva a assaltar, matar ou estuprar, que diabos importa o nome do produto que os impele. Mandemos os viciados de hollywood pro inferno antes que paguemos o preço mais caro - faço esse comentário em vista dos diversos filmes produzidos e que tentam glamourizar as drogas.
No próximo post abordarei a essência das políticas de repressão às drogas.
Vejamos alguns deles com nossa respectiva contraposição:
1 - Legalizando a droga, eliminar-se-ia o crime que a droga gera.
Contraposição: Este argumento pode (analogamente) equivaler a um outro, por exemplo: 'Legalizando os assassinatos, deixaríamos de ter crimes de assassinato'. Poderíamos estender isso ao roubo, ao estupro, à pedofilia, etc... Ora, essa 'solução' não me parece razoável, parece mais com a solução do avestruz: em caso de perigo, resolva o problema colocando a cabeça em um buraco na terra. Essa alternativa é a essência da COVARDIA. Entretanto, vamos atacar o seu verdadeiro objetivo: reduzir o crime gerado pelas drogas. Pense, o que lhe incomoda no tráfico de drogas: a lavagem de dinheiro, a sonegação ou o fato de você estar exposto a um exército de viciados e de distribuidores dispostos a chacinar a sua família para roubar o que você possui? Dispostos a atirar na cabeça de mulheres grávidas nos sinais de trânsito para roubar-lhes o carro e transformá-lo em dinheiro para consumir ou simplesmente fazer capital-de-giro nas bocas-de-fumo? Ou, ainda, estraçalhar corpos de crianças pelas ruas só por prazer do 'barato' que o entorpecente lhes dá?
Eu não duvido, tanto quanto eu, o que deve te apavorar com relação às drogas é o que o drogado e os seus fornecedores podem fazer com você ou com sua família. Será que uma legalização eliminaria esse perigo? Não, definitivamente não. Isso porque, mesmo que as drogas fossem vendidas em farmácias, o mercado-negro existiria e ainda teríamos um exército de potencial consumidores criminosos, talvez, em quantidade dezenas de vezes maior do que a que temos hoje, pois, a legalização não resolveria o problema do vício, e é o viciado que comete os crimes contra a tua vida e a vida de teus familiares. Eu não dou a mínima se um drogado se mata satisfazendo seu vício, mas me preocupo quando esse cara quer invadir minha casa para me assaltar e colocar em perigo a minha família.
2. Os governos vão 'lucrar' com a legalização.
Contraposição : Esse é fácil. Lembram-se do cigarro? O cigarro também prometeu isso. Hoje, sabe-se que qualquer governo trocaria os milhões em impostos que a indústria do cigarro paga pela possibilidade de não ter que tratar todos os doentes vítimas do cigarro. Ainda havemos de lembrar que as drogas viciam e matam muito mais rápido do que o incômodo cigarro. Entretanto, se só isso fosse o problema, eu assinaria pela legalização já, pois, como já disse, se um drogado morre pelo seu vício, que se dane ele - é apenas um a menos.
3. Poderíamos legalizar primeiro as drogas leves.
Contraposição : Essa é a principal bandeira dos 'maconheiros', que agora até passeata fazem. O princípio que vicia um drogado em cocaína, vicia-o em maconha, haxixe ou heroína: o prazer que a química da droga lhes dá. Ora, se esse prazer os leva a assaltar, matar ou estuprar, que diabos importa o nome do produto que os impele. Mandemos os viciados de hollywood pro inferno antes que paguemos o preço mais caro - faço esse comentário em vista dos diversos filmes produzidos e que tentam glamourizar as drogas.
No próximo post abordarei a essência das políticas de repressão às drogas.
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Legalização das Drogas : Uma idéia suicida.
Há poucos dias atrás o mundo estremeceu ao saber das declarações de um representante das Nações Unidas - ONU, que bradou do fracasso que as atuais políticas de repressão às drogas obtiveram em todo o mundo.
Para mim, começou ali, naquele momento, uma nova tentativa do crime organizado internacional em formalizar as suas atividades e desfrutar, sem medo, do seu imenso patrimônio banhado de sangue e que, hoje, os estados nacionais atacam com as ditas 'políticas de repressão'.
Em seguida às declarações do tal cidadão, começaram a ser publicados em toda a mídia debates sobre a questão, onde sempre apareciam um 'incauto' defensor da repressão e um 'intelectual' defensor da legalização. Os resultados dos debates foram sempre ÓBVIOS: A 'legalização do crime' saía do evento como sendo a solução mais inteligente, mais racional, mais econômica e mais fácil a se tomar. A mídia parece que já escolheu o seu lado.
Não é difícil imaginar o porquê dessa nova abordagem do crime, nem entender a sua inteligente e ousada estratégia: escolher seus defensores nas altas cúpulas das entidades de representação mundial como a ONU. Isto acontece porque, neste momento, o argumento do tráfico de drogas internacional é muito 'convincente': a guerra contra as drogas está sendo perdida.
Esta estarrecedora afirmação está ecoando em todo o mundo. Não havia melhor momento para que os 'vultos sombrios' lançassem seus arautos a proferir a solução perfeita para 'vendedores', 'distribuidores' e 'consumidores' de droga : a legalização.
Esta ideia - forçadamente - passou a luzir-se como a única saída para um crime que estaria vencendo a humanidade.
A legalização seria a gota de veneno que falta para matar o paciente.
Neste blog, abordarei este e outros assuntos que estão em pauta, são óbvios, mas nem todo mundo vê.
Para mim, começou ali, naquele momento, uma nova tentativa do crime organizado internacional em formalizar as suas atividades e desfrutar, sem medo, do seu imenso patrimônio banhado de sangue e que, hoje, os estados nacionais atacam com as ditas 'políticas de repressão'.
Em seguida às declarações do tal cidadão, começaram a ser publicados em toda a mídia debates sobre a questão, onde sempre apareciam um 'incauto' defensor da repressão e um 'intelectual' defensor da legalização. Os resultados dos debates foram sempre ÓBVIOS: A 'legalização do crime' saía do evento como sendo a solução mais inteligente, mais racional, mais econômica e mais fácil a se tomar. A mídia parece que já escolheu o seu lado.
Não é difícil imaginar o porquê dessa nova abordagem do crime, nem entender a sua inteligente e ousada estratégia: escolher seus defensores nas altas cúpulas das entidades de representação mundial como a ONU. Isto acontece porque, neste momento, o argumento do tráfico de drogas internacional é muito 'convincente': a guerra contra as drogas está sendo perdida.
Esta estarrecedora afirmação está ecoando em todo o mundo. Não havia melhor momento para que os 'vultos sombrios' lançassem seus arautos a proferir a solução perfeita para 'vendedores', 'distribuidores' e 'consumidores' de droga : a legalização.
Esta ideia - forçadamente - passou a luzir-se como a única saída para um crime que estaria vencendo a humanidade.
A legalização seria a gota de veneno que falta para matar o paciente.
Neste blog, abordarei este e outros assuntos que estão em pauta, são óbvios, mas nem todo mundo vê.
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