sexta-feira, 8 de abril de 2011

Desarmem os bandidos

Ainda vivemos a dor do "Massacre de Realengo", onde 12 crianças foram mortas por um monstro em plena escola onde estudavam, um bandido perverso, um canalha, e já se escutam as vozes oportunistas de alguns políticos e "pacifistas" e "analistas" de plantão querendo dar a população o "motivo perfeito" que justificaria o tal "desarmamento da população". As mentiras vendidas à imprensa por esta corja são de todos os tipos. Eles querem dar a idéia que o infame que matou as crianças estava armado porque o país ainda permite armas e o seu porte e, se não fosse assim, a tragédia não teria acontecido. Eles não dizem que as armas que o bandido portava eram de uma facção criminosa conhecida no Rio de Janeiro. Eles não dizem que a munição que o pária levava era munição adquirida em função do livre contrabando de armamento que se impõe no país. Eles não dizem que o Estado brasileiro tem se mostrado completamente incapaz de cumprir o seu papel no combate ao contrabando de armas e na repressão à posse e ao uso de armas ilegais. Eles não dizem que o governo do grande presidente Lula violou a vontade popular expressa no referendo sobre desarmamento, impondo à sociedade uma proibição feroz sobre o comércio e o porte de armas de fogo (Lei 10.826 de 22/12/2003) em todo país. Eles não dizem nada sobre o (no mínimo) ineficaz sistema judiciário que põe em nosso convívio facínoras, estrupadores e loucos de toda ordem todos os dias com as mais absurdas alegações dos magistrados (entre eleas: passar o carnaval com a família, passar o dia-das-mães com a família, passar a semana-santa com a família, indulto de natal, etc...) - enquanto isso as famílias dos bons cidadãos ficam à mercê dessa bandidagem. Eles não dizem que a polícia os protege diuturnamente, vigiando seus condomínios e edifícios, enquanto nossos filhos ficam expostos na rua em seus afazeres. Para esses políticos a "venda" das soluções simplistas parece uma oportunidade ímpar para querer parecer determinado a encontrar uma solução para um problema. A nossa legislação de armas é feroz, injusta e imprestável, pois, embora o governo tenha divulgado a retirada de centenas de milhares de armas da sociedade, o número de homicídios no país bate recorde atrás de recorde. Nunca se matou tanto com armas de fogo quanto se mata hoje no Brasil. Ora, com isso, surge um questionamento natural: Se o comércio e o porte de armas de fogo está tão violentamente restrito pela Lei, se o cidadão de bem não pode mais ter uma arma, quem é que está usando armas de fogo para matar as pessoas? A resposta é a mesma de antes da Lei: a bandidagem. Então, por que não se desarma o bandido? Porque para o governo é muito trabalhoso. É preferível desarmar o cidadão de bem, pois, este tem endereço certo, é pacífico e nada tem a esconder das autoridades. Já o bandido....bem...o bandido..... Acho que esses políticos deveriam ser expurgados da vida pública, pois, não querem resolver quaisquer questões, querem apenas expor suas falácias à população. Eu não tenho medo de um pai de família que está armado, eu tenho medo é de um bandido que anda armado. Abaixo a Lei 10.826 já!!!

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

As viúvas do José Serra torcem pelo caos.

Hoje é dia 23 de dezembro de 2010. A eleição para Presidente da República foi vencida pelo povo brasileiro, elegendo Dilma Rousseff, mas os jornalecos golpistas não cansaram de tentar criar um clima caótico no país já na tentativa de desestabilizar o ambiente do futuro governo.

Isso é um absurdo. Primeiro porque significa que eles não aprenderam com a lição que lhes deu o povo nas urnas, segundo que eles já expõem seu plano de longo prazo: atacar o governo no afã de ver algum candidato conservador, incompetente e reacionário ocupar o Palácio do Planalto para (novamente) sufocar e humilhar os pobres e devolver-lhes o dinheiro que eles deixaram de ganhar nos 8 anos de governo Lula.

A sistemática campanha desse veículos contra o país é repulsiva. Se utilizam das liberdades democráticas para atacar quem lhes é contrário, quem não lhes dá a importância que eles desejam quem olha para as pessoas em vez de olhar para o sistema.

Noutro dia, aqui mesmo na internet, li o comentário de um leitor de um outro site que dizia que para os tucanos discutir a educação do país era discutir sobre o valor das mensalidades nas escolas particulares, discutir a saúde era discutir o valor dos planos de saúde. Achei perfeita a colocação, pois, mostra bem o que é a visão da elite que quer voltar a governar o país. É daí que vem sua incompetência em governar e é daí que vem a sua necessidade doentia de usar os "arautos da catastrofe" (empregados da mídia) para propalar suas idéias e seus preconceitos.

Enquanto isso, o país vai mudando, evoluindo e melhorando a vida do seu povo. No dia 1º de janeiro de 2011, estarei na grama da Esplanada dos Ministérios em Brasília ver a posse da nossa presidente Dilma Vana Rousseff, que continuará o excelente governo do maior presidente que a história do Brasil teve a oportunidade de ver: Luiz Inácio Lula da Silva.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Não quero tucanos governando meu país.

Vejam só as manchetes dos jornais:
MANCHETES PEDAGÓGICAS DESTA SEXTA- FEIRA 27-08- 2010 [24 horas depois que Dilma abriu 20 pontos sobre Serra]
* Jornal do Brasil: 'Só um escândalo derruba Dilma'
* Globo: 'Núcleo da Receita no ABC devassou dados de 140'
*Zero Hora: 'Oposição se une em ataque ao PT pela quebra de sigilos'
*Estadão: 'Suspeitos de violar sigilo de tucanos são blindados pela Receita'
*Globo online: 'Numa última tentativa, a ordem, ainda que não consensual na campanha tucana, foi de jogar todas as fichas no episódio da violação do sigilo fiscal... "

As informações foram obtidas do site www.cartamaior.com.br.
(Carta Maior; 27-08)

Percebe-se claramente que a oposição não está preocupada de apresentar uma alternativa de administração para o país. Pensam apenas em destruir, caluniar e difamar. Tudo isso com o devido apoio dos grandes jornais.
Vamos dar um basta nessa corja. Vamos levar nosso título+documento com foto e votam em Dilma e em quem a apóia. Viva Dilma 13.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

A falácia do 'Impostômetro'.

Com o objetivo claro de atacar o governo do Presidente Lula, um grupo de empresários vêm (confortavelmente assessorados pelos grandes veículos de comunicação do país) fazendo pseudo-manifestações (são na verdade campanhas políticas) querendo convencer os brasileiros de que estamos pagando impostos escorchantes, de que a nossa carga tributária é 'insuportável' e de que ninguém mais aguenta pagar impostos.
Em sua campanha regada a dinheiro, esses empresários e a mídia direitista nacional até criaram um tal 'impostômetro' - que quantificaria o volume de impostos pagos pelos brasileiros. O tal equipamento nada mais é do que um placar eletrônico que incrementa o valor exibido a cada décimo de segundo para dar a idéia de 'tempo real'. Tudo pura encenação. Nem a Receita Federal tem recursos para informar em tempo real a quantidade de tributos arrecadados, até porque o processo nem sempre é tão direto quanto parece. Contudo, o falacioso instrumento tem até jornalista e câmera ao vivo para mostrá-lo incrementado seus valores. Isso tudo acompanhado de mensagens diretas ou disfarçadas contra o governo.
Eu acho que esse esquema é mais do que parece. Eles têm uma intenção obscura por trás disso. Eles estão vendo (pela primeira vez no país) o dinheiro dos impostos indo em auxílio dos mais pobres. Estão vendo milhões de pessoas sendo resgatadas da miséria durante o governo do Lula. Além de tudo, estão 'babando de ódio' ao saber que esse dinheiro que alimenta os famintos poderia estar recheando seus bolsos sem qualquer sacrifício, aliás como sempre foi feito no Brasil-antes-do-Lula.
Para atacar os impostos e os programas sociais do governo (indiretamente), os empresários bradam para os microfones amestrados da mídia que poderiam estar vendendo produtos mais baratos, ou estar investindo mais no país. Um discurso "altruísta" desses é de fazer chorar qualquer incauto.
Entretanto há a tese econômica para desmentí-los: tudo o que eles querem é aumentar os seus lucros. E a coisa funcionaria assim: O governo reduziria os impostos e transformaria (imediatamente) impostos em puro lucro para os empresários.
Quem quiser discordar, discorde, mas eu tenho o exemplo da CPMF como minha prova: A contribuição foi encerrada e nada no país baixou 5, 7 ou até 12% como os empresários diziam que fora o aumento de preços provocado pelo tributo exterminado. Não houve sequer a redução de 0,5%. Muito pelo contrário, os preços continuaram a subir (uns até acima da inflação).
Bem, se um produto teve seu preço incrementado em até 12% com a CPMF, alegando-se que a contribuição passara a fazer parte do custo daquele item, seria de se esperar que ao se remover os tais 12%, o preço final fosse afetado integralmente por esta supressão. Isto é, se eu tenho um produto que teve seu preço catapultado para R$ 100,00 reais com o advento da CPMF, após a extinção do do "imposto" este produto deveria passar a custar R$ 88,00 (OITENTA E OITO REAIS). É. Simples assim. Entretanto não se encontra um brasileiro que tenha percebido essa ou qualquer outra redução no preço dos produtos, aliás, como o próprio Lula disse à época.

Os 12% foram transformados em LUCRO LÍQUIDO no preço dos produtos de então. Tudo isso graças a uma intensa campanha da mídia (principalmente a Globo e suas empresas). Os senhores parlamentares que concederam essa dádiva aos empresários ("não se sabe o por quê") em uma só ação beneficiaram os investidores de suas campanhas políticas e retiraram do governo a capacidade de continuar massificando seus programas sociais, que tem tirado milhões de pessoas da pobreza extrema.
Os nossos empresários tem o "vício" de dizer que, se um produto (nacional ou importado) é caro, é por causa dos impostos. Claro que não se pode dizer que os impostos não contribuam para a formação do preço final dos produtos, entretanto a afirmativa dos empresários é mais uma falácia. (falácia é a mentira que se diz com ares de verdade).
A margem de lucro no Brasil é uma das maiores do mundo. A rentabilidade de vender produtos no Brasil é 30% maior do que (por exemplo) na Argentina. Quem disse isso foi diretor geral da Citroën Argentina, Luis Basavilbaso. Clique no endereço http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=1289186 para ler o artigo completo no site do jornal LA NACION. O senhor Luis (que não é o nosso) disse : "...se hoje alguém da empresa tiver que vender um veículo no Brasil ou na Argentina, vai vendê-lo no Brasil. - Há que se reconhecer que o mercado brasileiro é muito mais rentável do que o argentino". Ainda afirmou: "...as montadoras podem vender no mercado brasileiro o mesmo modelo de carro a un preço un 30% superior a o que custa nas concesionárias argentinas. "Essa diferença de preços é pura margem" de rentabilidade."
Declarações como esta você não vai ver na tela da poderosa Globo ou de qualquer outra grande emissora. Manifesta defensora do 'capital' e alinhada com o os mais embrenhados sentimentos tucanos, a emissora prefere dedicar suas câmeras ao vivo e seus 'gloriosos' jornalistas a monitorar o tal 'impostômetro' tentando arrigimentar os desavisados da hora para as suas fileiras na desonrosa batalha contra os interesses do povo brasileiro.
Precisamos ficar alertas e não baixar a guarda, pois os abutres continuam voando sobre a nação. Vestidos de tucanos e fazendo-se parecer capazes de governar o país. O que querem, na verdade, é beneficiar meia dúzia em detrimento de dezenas de milhões.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

É a 'Rede Grobo' contra o Brasil.

A tensão entre a 'poderosa Rede Globo' e o técnico Dunga teve mais um capítulo de vilanismo desta emissora contra a Seleção Brasileira. Isso, aliás, comprova a estratégia da empresa em 'minar' o ambiente a Seleção, tentando obter com isso uma redução no rendimento do time e uma possível eliminação da Copa do Mundo. Eu tenho 47 anos e nunca vi na minha vida sentimentos tão rasos de uma empresa contra uma nação. É isso mesmo: uma nação. A Globo, em seu desenfreado afã de poder e dinheiro não considera nada a sua frente, nem mesmo um ícone nacional como a Seleção Brasileira.
Desesperadamente buscando o fracasso do técnico Dunga, a Globo e a imprensa fétida do Brasil esquecem que lidam com algo que se confunde com a própria identidade nacional: o futebol. Para atingir seus objetivos eles vão ao inimaginável para atingir seus desafetos. Vilependiosamente cobertos com o manto da 'liberdade de expressão' a Globo e seus colegas de mesquinharia tramam e executam planos obscuros para interferir no ambiente interno da equipe e assim prejudicar o seu rendimento.
Quero aqui deixar claro que apóio o técnico Dunga, seja qual for o resultado que ele nos traga da África, contudo, acho um desperdício de tempo e energia, ele estar se confrontando com os 'soldadinhos da Globo'. Dunga, não perca seu tempo, meu amigo.
No meu post anterior, havia dito que eram os contratos comerciais que moviam a nossa imprensa contra nossa Seleção. Nesta semana, no blog Viomundo (do Azenha) há um artigo que se alinha perfeitamente à minha declaração (eis o link http://www.viomundo.com.br/opiniao-do-blog/dunga-custa-dinheiro-a-globo-simples-assim.html).
Digamos não à Globo e sim ao Brasil. Desligue a Globo e se ligue no Brasil.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Urubus SporTV

Estamos vivendo outra Copa do Mundo. Desta vez na África e com Dunga como técnico da Seleção Brasileira.
Antes de qualquer coisa, quero deixar claro o meu irrestrito apoio a Dunga como técnico da nossa Seleção. A imprensa esportiva brasileira baba de ódio contra ele, entretanto, como técnico (até agora), nada deixa a desejar em relação ao Parreira - tão endeusado pelos nossos 'analistas esportivos de plantão'.
Dunga ganhou a Copa América com um time considerado 'reserva', batendo a 'poderosa' Argentina (time classe 'A' - classificação da nossa 'querida' imprensa). Ganhou também a Copa das Confederações, depois de estar perdendo de 2 a 0 da seleção dos EUA. Esta, aliás, derrotou a 'fantástica' seleção da Espanha por 2 a 0. Na ocasião, os espanhóis não tiveram a atitude de uma equipe que aspira ser campeã do mundo - apesar de toda empáfia espanhola, quando perderam para os ianques. Se isso não bastasse para comprovar a capacidade e efetividade de Dunga como técnico de futebol, a Seleção Brasileira classificou-se com 3 rodadas de antecedência, inclusive inflingindo à Argentina uma incontestável derrota por 3 a 1 em sua própria casa.
Nas eliminatórias, derrotamos também os uruguaios em pleno Monumental - coisa que não fazíamos há décadas. Enfiamos 4 na casa dos nossos adversários.
Mesmo com todos esses resultados, a nossa 'imprensa' não se satisfaz. Ela não se detém em apenas torcer contra o país, torce também contra quem não se curva perante ela.
Para justificar os milionários contratos de propaganda, eles teriam que ter o principal foco de atenção: a Seleção Brasileira, mas este acesso Dunga não permite e é por esse motivo que atrai tanta ira dos nossos 'poderosos jornalistas'.
Estes, aliás, representantes de grupos elitististas e sem a menor intenção de informar, objetivam apenas o interesse comercial.
De preto, os comentaristas do SporTV, por exemplo, parecem-se mais com 'urubus' (sem qualquer ofensa à ave). Esperam pela morte de alguém ou de algo para poder se alimentar. No nosso caso, eles esperam pela morte do sonho de Hexacampeão para se esbaldar na 'carniça'. Esperam desesperadamente a oportunidade de 'escrachar' o técnico da Seleção. Torcem para que o sonho de toda uma nação morra para poder verter o seu 'veneno curtido' em dias de ódio.
Eu apoio a Seleção e o técnico Dunga, seja qual for o resultado que eles trouxerem da África do Sul. Parabéns, Seleção pela vitória de ontem contra a Coréia do Norte. Vamos ao Hexa!

segunda-feira, 26 de abril de 2010

O inferno no Call Center da Cetelem/Aura

Outro dia eu estava de passagem por Brasília quando resolvi comprar um presente para o meu filho que tem 5 anos. Entrei na loja Fnac do Park Shopping e escolhi o presente. O vendedor, muito habilmente me convenceu a pagar o presente com um cartão (que eu pensei que fosse da loja). Recusei, inicialmente, pois já dispunha dos cartões necessários, mas aí vieram a aqueles argumentos todos: é rápido, sem anuidade e com desconto, tralalá, tralalá, tralalá.... Concordei em fazer o cartão. Como o vendedor dissera, foi rápido e até obtive um desconto na compra, que dividi em 5 parcelas, já que pagando em uma única, não havia diferença no preço. Pensei comigo: 'depois que pagar não vou mais usar esse negócio'.

Ledo engano. As dificuldades começaram já com a 1ª fatura, que não veio em tempo hábil. Perguntei-me se era por coincidência ou estratégia da empresa. Depois das 5 parcelas, deduzi que era coincidência de mais para que fosse imputada culpa aos Correios. Estava clara a estratégia da empresa. A proposta da Cetelem era simples: enviar as faturas sempre muito próximas às datas de vencimento e a lentidão dos Correios fazia o resto. No fim havia um cliente com uma fatura vencida nas mãos e com juros a dever à empresa, pois o instrumento de cobrança não estava disponível antes do seu próprio vencimento.
Após pagar as 5 parcelas, com todo tipo de entrave postos sorrateiramente pela empresa, pensei: Estou livre. Agora vou cancelar este cartão e encerrar esse contrato com esta empresa que, até agora, só me deu dor-de-cabeça.

Enganei-me de novo. Sete dias após o vencimento previsto no boleto bancário, chegou à minha casa uma nova conta com cerca de 1/5 do valor da última parcela que eu pagara. O documento já avisava que se não fosse pago na data de vencimento, o valor seria debitado no meu cartão de crédito emitido pela Cetelem e que eu jamais houvera desbloqueado - afinal não me interessava usar o tal cartão, tendo outros mais confiáveis e abrangentes que os da tal empresa.
Esse lançamento excessivamente rápido e inadequadamente automático deu o tom do tipo de problema que me esperava. De cara já me colocava em uma situação de desconforto total: Se eu pagasse o que vinha estipulado no documento, não me colocava na condição de adimplente, pois, restariam os juros e a multa de quem 'não pagou no vencimento' (e, acreditem, não por culpa minha), se eu não pagasse, seria como concordar que a empresa cobrasse por uma inadimplência real.

Bem, paguei o tal boleto pelo seu valor nominal e optei por tentar contactar a empresa pelo seu telefone do SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente). No próprio boleto bancário vinham os telefones : 4004-7990 / 0800-704-1166 / 0800-286-8877. O primeiro era identificado como central de negociação, o segundo era para regiões exceto capitais e regiões metropolitanas, o terceiro é identificado com SAC. Na página da empresa, que ela denomina de 'Portal', todos estes telefones têm função diferente da informada no boleto.
Com estes números à mão, comecei a viver o inferno do Call Center da Cetelem. Iniciei o meu sofrimento com o número 4004-7990. Tentei várias e várias vezes escolher uma opção que me levasse a um atendente (uma pessoa), mas o sistema da Cetelem é programado para não lhe deixar falar com ninguém, apenas com a máquina (violando descaradamente a lei vigente). Escolhi uma opção que me identificava como cliente. O sistema apresentou-me apenas duas opções: ou eu queria solicitar o reenvio de um cartão para a minha residência, ou queria desbloquear o que eu havia recebido - vejam bem, eu não queria nem uma coisa nem outra. O que eu queria mesmo era cancelar, o mais rapidamente possível, o meu contrato com aquela empresa. Àquelas alturas eu já me encontrava desesperado e completamente impotente diante da situação.
Mesmo não querendo, escolhi a opção que exigia o desbloqueio do cartão. Pensei: Desbloqueando o cartão devo ser apresentado a um menu que me permite falar com alguém, certo? Errado! Desbloqueei o cartão e pude ouvir um menu que tinha a opção: Reclamações e Cancelamentos. Viva! Agora eu iria realizar o cancelamento, certo? Errado de novo! Ao escolher essa opção o sistema apresenta uma mensagem falando do horário de atendimento ao cliente ("das 09:00h às 20:00h) e em seguida a ligação foi encerrada sem qualquer informação ou interação da minha parte. Terminada a mensagem eles desligam na sua cara: PLAFT! Tentei outras vezes o mesmo caminho para ver são não havia feito nada errado ou a ver se a linha não estava com problema, mas não, era o 'modus operadi' deles mesmo. A falta de respeito foi total.
No 'Portal' da empresa o telefone '0800-286-8877' é informado como sendo o telefone para 'Cancelamentos e Reclamações'. Tentei ligar umas 30 (TRINTA) vezes para este número - contei 22 (VINTE E DUAS) vezes e, no início, havia tentado umas dez vezes durante todo o dia, mas o telefone só dá ocupado. É impressionante!
Procurei as normas dos Call Centers, que entraram em vigor em dezembro/2008 e eles violaram todas, absolutamente todas. Jutei tudo o que podia e vou acioná-los no Procon. A Fnac e a Cetelem parecem mancomunadas nesse negócio. A abordagem que me fizeram para fazer o tal cartão foi em uma loja Fnac, entretanto, a Fnac não disponibiliza qualquer recurso de atendimento para cliente com problemas com o cartão que eles oferecem. A estratégia me parece desonesta e acredito que posso ir até as últimas conseqüências sobre esse caso. Não comprem Fnac, não se associem a Cetelem/Aura. É furada. Eu sou apenas mais um caso, infelizmente a internet está cheia deles.